Visite a Casa da Arte e conheça o artesanato morrense

          Zumba, capoeira, pintura, poesia, teatro, arte. Todas essas expressões artísticas se transformam e têm seus espaços garantidos em Morro do Chapéu. Juntas, com tantas outras manifestações culturais, compõem a estética cultural morrense.

          Desta forma, a Casa da Arte, localizada na Praça Augusto Públio, é um espaço bastante característico e acolhedor. Público, arejado e bem localizado o espaço não abriga simplesmente os eventos culturais da Gestão Municipal ou de toda a cidade. A Casa da Arte acolhe também o trabalho de muitos artesãos locais.

          Dona Maria Regina, comercializa seus produtos de parafina e glicerina há quatro anos, no mercado cultural, mas trabalha com este seguimento de artesanato, desde 1995. Tempo suficiente para vivenciar várias experiências artísticas. “Eu sempre faço exposições fora. Mas, aqui, sempre fica aberto”, explica a artesã.

          Recentemente, dona Maria Regina, responsável pelo Box 07, que vende velas, sabonetes, dentre tantos outros produtos, confeccionados com muito amor, participou da Mega Artesanal, a maior Feira de Artesanato da América Latina.

          O evento oferece diversos tipos de cursos e, claro, lançamentos e vendas de produtos. “Quando você tem novidade, você consegue vender”, afirma dona Maria Regina. Ela garante que o segredo para inovar é participar, é conhecer outros produtos, compartilhar experiências e se arriscar na produção.

          Normélia Borges, secretária Municipal de Cultura e Turismo, ressalta a importância do espaço para a comercialização do artesanato local. “A Casa da Arte é um dos maiores centros de cultura, artesanato e eventos. É um ambiente que integra as mais diversas manifestações. É uma vitrine mesmo para a valorização do trabalho desses artistas, porque recebemos visitantes das cidades circunvizinhas, da capital e de outros estados, com o intuito de conhecer nossos pontos turísticos, nossa história e nossa arte”, relata Normélia.

          Os produtos são variados. Seja com o tecido, barro, ferro, madeira, parafina, tinta e pincéis, linha e agulhas, tudo é feito com muita criatividade. Os preços também são diversificados. O cliente sempre consegue comprar alguma coisa, além de ajudar os artistas da cidade.

 

 

 

Fotos: PH/Agecom

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