Doença mão-pé-boca: Creche Secundina Miranda alerta pais e responsáveis

          O Centro Municipal de Educação Infantil Secundina Miranda, está com alguns casos de crianças que contraíram o vírus mão-pé-boca. De acordo com Taíse Barreto, secretária Municipal de Educação, uma dedetização do espaço escolar, aconteceu no sábado (20.07). Já a higienização geral, acontece entre hoje, segunda-feira (22.07), e, amanhã, terça-feira (23.07).

          O retorno das atividades escolares com as crianças está previsto para a próxima quarta-feira, (24.07). Na oportunidade, uma reunião para pais e responsáveis deve acontecer às 15h, a ser realizada pela equipe gestora e profissionais de enfermagem.

          O vírus é altamente contagioso através de contato direto entre as pessoas, fezes, saliva, outras secreções, compartilhamento com brinquedos e objetos, etc. Dessa forma, a Secundina Miranda, conta com a compreensão, colaboração, parceria e apoio de toda a comunidade escolar.

          A doença mão-pé-boca (também chamada de síndrome mão-pé-boca) é transmitida pelo vírus cosxackie, da família dos enterovírus (que normalmente habitam o sistema digestivo). A síndrome leva esse nome, pois sua característica é a presença de feridas avermelhadas na planta dos pés, mãos e interior da garganta.

Sintomas da síndrome mão-pé-boca:

           Os primeiros sintomas da doença mão-pé-boca são febre de 38 a 39 graus e dores de garganta. Após dois dias, aparecem lesões (feridas avermelhadas) na região dos pés, mãos e interior da garganta, que podem ou não se espalhar para as coxas e nádegas. Em alguns casos a criança não apresenta sintomas aparentes.

           Se o quadro for mais grave, as lesões podem se transformar em pústulas ou bolhas, que estouram depois de seis dias. Por conta das lesões no fundo da garganta, o paciente também sente dificuldade de engolir líquidos ou alimentos.

Como ocorre a transmissão:

          O contato oral é a principal fonte da doença mão-pé-boca. A doença se espalha pessoa a pessoa por:

  • Secreções nasais ou secreção da garganta;
  • Saliva;
  • Fluido de bolhas;
  • Fezes;
  • Gotículas respiratórias pulverizadas no ar após tosse ou espirro.

 

Tratamento da síndrome mão-pé-boca:

          O tratamento da doença mão-pé-boca é feito com medicamentos anti-inflamatórios ou, se o quadro for grave, medicamentos antivirais. É importante oferecer ao paciente muito líquido, de preferência em temperatura baixa, e evitar a ingestão de alimentos muito quentes, ácidos ou condimentados – que podem acentuar as dores na garganta.

          Em geral, a doença mão-pé-boca desaparece sozinha dentro de cinco e sete dias. Após a melhora dos sintomas, o paciente adquire imunidade ao enterovírus 71, não sendo contaminado novamente.

Confira a seguir, algumas orientações recomendadas pela creche, em comunicado aos pais e responsáveis:

  • Ao perceber crianças com os típicos sintomas, solicitar que a família venha buscá-la e permaneça em casa no período necessário, conforme orientação médica;
  • Visita do Dr. Guilherme- médico da USF do bairro – para avaliar alguns casos e fazer uma avaliação e orientar a equipe gestora e Secretaria de Educação sobre situação na creche e medidas cabíveis;
  • Dedetização e higienização da creche nos dias 22 e 23 de Julho (segunda e terça-feira- Não haverá aula);
  • Na quarta-feira dia 24/07, seguiremos com as atividades normais e às 15h reunião para pais/responsáveis realizada pela equipe gestora e enfermeira da USF.

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