Você certamente conhece a rua ou o Colégio Jubilino Cunegundes. Mas, você conhece a história do escritor, político e advogado morrense?

Nascido no final Século XIX, Jubilino nasceu na fazenda São José, no atual município de Mulungu do Morro. Sua mudança para Morro do Chapéu ocorreu em 20.10.1915, quando tinha 16 anos de idade.
Trabalhou durante 17 anos, como caixeiro, escriturário e gerente de firmas comerciais. Em 1927 começou a trabalhar como advogado. Em 17.08.1931, tornou-se advogado provisionado perante o Tribunal Superior de Justiça da Bahia.
Com a fundação do Jornal “Correio do Sertão” em 1917, passou a colaborar com o jornal iniciando sua vida literária, colaborou depois com várias revistas e jornais do Brasil e de Portugal, chegando a ganhar alguns prêmios literários de âmbito nacional.
Ao longo dos anos, começou na política de Morro do Chapéu como secretário do partido político. Com uma longa carreira política, exerceu por dez vezes o mandato de vereador, no período de 1926 a 1973, e por oito vezes o cargo de presidente da Câmara de Vereadores.
Através de contribuições, construiu, juntamente com Belarmino Rocha, o atual teatro Odilon Costa (Minerva). Foi membro e sócio-fundador do Centro Educacional Morrense, sociedade mantenedora do Colégio Nossa Senhora da Graça. Como homenagem da prefeitura, o colégio estadual inaugurado em 1999, na sede municipal, recebeu o seu nome.